Fui a Bershka em Leiria onde me deparei com uma situação surreal. Escolhi 2 peças de roupa para experimentar e dirigi-me aos provadores com a minha filha de 4 anos. Nisto a funcionária que lá estava diz-me que só pode entrar uma pessoa para dentro da cabine nos provadores, logicamente e estupefacta com a situação perguntei-lhe se a minha filha não poderia entrar comigo e ela volta-me a responder que só pode entrar uma pessoa, eu respondi-lhe que não ia deixar a minha filha sozinha na loja para ir experimentar a roupa e ela volta-me a dizer o mesmo, realmente fiquei estupefacta a olhar para ela e é então que me diz que esporadicamente, mas mesmo esporadicamente a criança poderia entrar. Além de que falou comigo com uma arrogância extrema, pura falta de civismo. Logicamente que depois desta situação deixei-lhe lá a roupa que eu era para experimentar/ comprar e vim-me embora. Numa empresa que presta serviços, normalmente, um dos seus objectivos é satisfazer o seu cliente, cumprindo por isso determinados requisitos e normas, havendo por isso uma constante melhoria contínua. Não vejo como este tipo de atitude possa ser requisito legal, interno e muito menos do cliente, nem sequer uma norma. Que um adulto não possa entrar com outro para dentro do provador é aceitável, agora, uma criança é inaceitável, ainda por cima de 4 anos de idade. Eu como cliente de muitas lojas e também já tendo trabalhado em algumas nunca vi isto acontecer, nunca me fizeram tal oposição. Tal como me aconteceu a mim, esta funcionária irá fazer o mesmo a outras pessoas que estejam a fazer compras sozinhas com os seus filhos e tal como eu, essas pessoas não lá voltarão a entrar.
Como cidadãos activos e consumidores de vários serviços/produtos temos que lutar pelos nossos direitos, para que situações como estas deixem de acontecer e para que o bom atendimento e civiexista